domingo, 27 de junho de 2010
Parques Tecnológicos: o NE exportando tecnologia
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sexta-feira, 11 de junho de 2010
NE oferece 30% dos novos empregos na construção
Em ebulição, a indústria da construção civil cresce a taxas chinesas no Nordeste, resultado da combinação entre crédito farto, déficit habitacional elevado e crescentes investimentos em infraestrutura. O bom momento, no entanto, vem acompanhado de uma grave crise na oferta de mão de obra, o que já está se traduzindo em perdas para algumas empresas. Faltam pedreiros, pintores, carpinteiros, eletricistas, engenheiros e até estagiários. A região responde por três em cada dez empregos gerados no setor em todo o país, enquanto o consumo de cimento nos nove Estados cresceu em média 9,3% ao ano entre 2006 e 2009, muito acima da média nacional de 5,9%.
O mercado da construção no Nordeste deve continuar aquecido nos próximos anos. Além das boas perspectivas para o segmento residencial, puxado pelo programa Minha Casa Minha Vida e pelo aumento do crédito imobiliário, a região abrigará três sedes da Copa do Mundo de 2014, o que deverá gerar investimentos importantes em Fortaleza, Recife e Salvador.
As condições favoráveis colocaram a região no mapa estratégico das grandes construtoras do Sudeste. Há cerca de dois anos, elas vêm aumentando o número de projetos no Nordeste, sozinhas ou em parcerias com empresas regionais, que também estão ampliando bastante seus negócios.
O resultado pode ser visto em números. De 2006 a 2009, o Nordeste dobrou sua participação na geração de empregos na construção civil, passando de 15% para 30% de todos os postos criados no país. No mesmo intervalo, a fatia do Sudeste caiu de 69% para 44%, segundo informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).
"O emprego é o melhor termômetro para se medir o desempenho da construção civil, pois dá a fotografia do momento", explica o presidente do Sindicato da Indústria da Construção do Estado da Bahia, Carlos Vieira Lima. Segundo o executivo, o mercado baiano, o maior do Nordeste, passa por um de seus melhores momentos, puxado pela habitação de baixa renda e por obras de infraestrutura. A expectativa é que o crescimento se acentue com a implantação de um programa de mobilidade urbana e com as obras ligadas à Copa de 2014.
O vice-presidente do Sinduscon do Ceará, André Montenegro, destaca o aumento na demanda por cimento. A participação do Nordeste no total consumido no Brasil passou de 17% em 2006 para 21,1% em fevereiro deste ano.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
| Revista Nordeste destaca crescimento econômico de Campina Grande | | | |
| Escrito por CODECOM | |
| 18-May-2010 |
Numa época em que o mundo se recente dos efeitos da sua mais profunda crise, Campina Grande registra um crescimento econômico histórico extraordinário. É o que destaca, em sua mais recente edição, a Revista Nordeste, que circula em todos os Estados da região e em outras unidades do país. A publicação dedicou oito páginas à Cidade Rainha da Borborema, mostrando os fatores deste progresso e o papel da gestão municipal visando resgatar o desenvolvimento local.
De acordo com a revista, só em 2009 Campina Grande cresceu 18%. Com isso, a cidade mostra toda a sua força por apresentar, ao lado de Caruaru (PE), “as maiores taxas de expansão do poder de consumo da região”. Isto porque as duas cidades estão recebendo investimentos de grandes grupos econômicos, a exemplo de Pão de Açúcar, Carrefour, Walmart e Lojas Americanas devido a este crescimento. A expectativa é de que absorvam parte significativa dos investimentos planejados pelos grandes varejistas, de mais de R$ 11 bilhões até 2013.
Para o prefeito campinense, Veneziano Vital do Rêgo, a reportagem representa o reconhecimento por parte de um dos mais importantes órgãos de comunicação social do país para o trabalho da sua gestão pelo resgate do progresso local. “A exemplo do que foi feito por órgãos com Gazeta Mercantil, Folha de São Paulo e tantos outros, a Revista Nordeste revela, através de primorosa matéria, o quanto temos evoluído economicamente e o quanto Campina Grande vem conseguindo atrair os mais importantes investidores do país”, disse.
Conforme relata a matéria publicada na Revista Nordeste, a gestão municipal tem uma extraordinária parcela de contribuição neste processo, levando-se em conta, por exemplo, inúmeras ações de infra-estrutura concretizadas nos últimos cinco anos, a exemplo do Programa Vias Abertas, urbanização de bairros carentes, conquista de recursos, implantação do Centro de Emprego e Renda e obras do Programa de Aceleração do Crescimento.
Ao longo da extensa reportagem, a revista lembra avanços da cidade nos mais diversos segmentos administrativos. Por isso, ressalta os investimentos feitos em prol do desenvolvimento turístico, especialmente no maior evento popular do Brasil, o Maior São João do Mundo. Mostra, ainda, que o PAC de Campina Grande virou modelo para o Brasil e, por isso, o município poderá chegar a receber novos investimentos no valor de R$ 200 milhões.
Em outro trecho, constata-se o próprio reconhecimento do empresariado para o esforço do município em desenvolver a cidade. Esta gratidão verifica-se em relação a ações como a implantação de um projeto de monitoramento eletrônico no centro comercial da cidade, destinado a melhorar a segurança pública, além da expansão da Internet em áreas públicas.
Porém, Campina Grande revela o seu progresso não apenas quanto ao setor econômico, mas igualmente em relação à melhoria da qualidade de vida da população mais carente. Por isso, áreas antes abandonadas, como a Zona Leste, foram contempladas com importantes equipamentos comunitários, a exemplo do Complexo Plínio Lemos, que vem atendendo, diariamente, a 4 mil pessoas com atividades esportivas nas mais diversas modalidades.
Por fim, a matéria enfatiza a vocação do progresso campinense para o campo científico-tecnológico. Tal fato fica evidenciado pela recente implantação da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Informática. Em função desta nova pasta, a cidade ficará em condições de firmar parceiras e conquistar verbas junto a importantes instituições federais, possibilitando-se a expansão da sua rede de telecentros e avanços na ação de expansão do projeto de internet gratuita.
Deu no Pravda: Moscou 03.06.2010
Brasil: O Gigante Desperta |
| 03.06.2010 | | URL: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/29762-brasil_gigante-0 |
Durante os dois primeiros séculos da sua história, o Brasil sempre se comprometeu a ser a promessa de amanhã. Apesar de ter imensos recursos naturais, um mercado interno enorme e um sólido sistema de educação pública, a dimensão do país, juntamente com a má gestão, viu esse colosso da América Latina falhar e afundar-se num mar de incompetência. Depois veio o Lula. Em 2002, Presidente Luiz Inácio Lula da Silva herdou um empréstimo do FMI de 30 biliões de dólares, assinado pelo seu antecessor Fernando Henrique Cardoso. A dívida com o FMI foi paga anos antes do prazo final obrigatório e oito anos depois, o Brasil é uma potência da economia latino-americana, um jogador-chave na cena mundial diplomática e sua crescente influência é sentida em vários mercados mundiais. Promovendo uma política diplomática que visava levar o Brasil mais próximo da América Latina e à coesão do Continente, Presidente Lula realizou, por exemplo, 17 reuniões com o seu homólogo venezuelano, Hugo Chávez, e, nas palavras de ambos os presidentes, fizeram mais em oito anos do que os seus antecessores no dois séculos anteriores; Lula também atribuiu muito mais importância para o MERCOSUL e UNASUL, fazendo com que o principal parceiro comercial do Brasil fosse o continente latino-americano em vez da União Europeia. Em termos de comércio exterior, os déficits foram transformados em excedentes e a micro-economia do Brasil foi assim reforçada. Testemunho disso foi a melhoria nos padrões de vida da grande maioria dos quase 200 milhões de cidadãos do país. P rojetos de infra-estrutura no âmbito do Plano de Aceleração do Crescimento, como a ferrovia Transnordestina de 1.100 km. ligando o sertão para os portos do Atlântico, criaram as bases para a estimulação da economia do Brasil não só no presente mas também no futuro. Habilmente criando as condições para o Brasil evitar os aspectos mais negativos sentidos em outros lugares durante a crise econômica e financeira, Lula conseguiu estimular o investimento estrangeiro, que apesar de um soluço, em 2009, promete voltar rapidamente aos níveis pré-crise já em 2010. Entendendo que o caminho era através do estímulo do mercado interno, o presidente Lula entendeu que, tirando milhões de pessoas da pobreza através de programas apoiados pelo governo, o motor interno seria o suficiente para afastar a crise. O resultado dos pacotes de incentivo foi traduzido em termos reais, nomeadamente o aumento da classe média do Brasil de 43% da população em 2003 para 50% hoje, enquanto de acordo com a Fundação Getúlio Vargas, cerca de 30 milhões de brasileiros foram retirados da pobreza , através de programas de benefícios sociais como Bolsa Família, Bolsa Escola e Fome Zero. Quando temos em conta a crescente influência econômica do Brasil (o Brasil é o maior exportador de carne bovina, café, açúcar e suco de laranja do mundo, um dos principais exportadores de soja, aves e suínos) não surpreende que, no palco diplomático , a Presidência Lula já viu seu país elevado a um estatuto sem precedentes, o que permitiu a Brasília (juntamente com Ancara) resolver a questão do Irã, uma vez por todas. Na arena internacional, Lula tem contribuído tanto quanto qualquer outra pessoa, ou talvez mais, para a criação de um mundo verdadeiramente multipolar, realçando a importância de grupos como os BRIC e os G20 e estabeleceu as bases para a economia do Brasil superar a da Itália, França e o Reino Unido até 2036. Tendo testemunhado, e em grande parte provocado, uma grande mudança na balança de poder numa escala planetária, o legado da Presidência Lula é FIFA 2014 e os Jogos Olímpicos Rio 2016. No Brasil. Timothy BANCROFT-HINCHEY PRAVDA.Ru |
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
O primeiro navio petroleiro construído no Brasil em 13 anos foi lançado ao mar em Pernambuco
Suape é uma revolução em Pernambuco.
O pernambucano quer voltar
“Aqui só não tem emprego quem não sai de casa.”
É a frase do Carlos, garçom do restaurante Beijupirá, de Porto de Galinhas, perto de Recife.
A meia hora dali fica Suape.
Suape é um porto e um distrito industrial de 14 mil hectares (o maior porto da Europa, Roterdã, tem 5 mil ha).
Tem 96 empresas.
20 plantas em construção.
Suape é uma revolução em Pernambuco.
O pernambucano quer voltar
A General Motors do Brasil também vai para lá.
São investimentos de US$ 20 bilhões, o que é igual a 28 anos de investimentos privados em Pernambuco.
Hoje, Suape emprega, diretamente, 30 mil pessoas.
Quase todos recrutados na região metropolitana de Recife – muitos, filhos de cortadores de cana e pescadores.
Suape será o destino de um ramal da Trans-Nordestina, o que se concretizará ano que vem.
(O outro será Pecém, no Ceará.)
No PAC2, Suape vai construir um terminal açucareiro, um novo terminal de containeres e um terminal de granéis sólidos.
A maior obra de Suape é a Refinaria Abreu e Lima, da Petrobrás, em parceria com a PDVSA, da Venezuela.
(Abreu e Lima foi um militar pernambucano que lutou ao lado de Simon Bolívar.)
A refinaria é a primeira que a Petrobrás constrói em 30 anos.
Ocupará 630 hectares, ou seja, o equivalente a 630 campos de futebol.
Vai produzir, em 2012, 22 mil barris de petróleo por dia.
Em 2010, a refinaria emprega 9 mil trabalhadores.
Custará US$ 13 bilhões.
Em torno da Abreu e Lima serão instaladas unidades para produzir matéria prima para um pólo de indústrias têxteis.
Em torno de Abreu e Lima vão trabalhar seis estaleiros.
E o Brasil voltará a ser um dos fortes produtores mundiais de navios: “a retomada da indústria naval acontece em Pernambuco”, diz Inaldo Campelo, diretor de gestão de Suape.
92% dos funcionários do Atlântico Sul são pernambucanos.
A Bunge tem em Suape o maior moinho da América do Sul.
Suape tem a ambição de ser um centro produtor de plataformas e sondas para atender à demanda do Pré-Sal.
Suape permitirá que um navio chegue em 7 dias ao porto de Nova York, e, em 9 dias, a Roterdã.
Num raio de 800 km, Suape atinge 7 capitais do Nordeste, que representam 90% do PIB nordestino.
O governador Eduardo Campos criou doze escolas técnicas em doze micro-regiões de Pernambuco.
Uma delas fica em Suape, que já qualificou 3.800 jovens.
Tem um SENAI dentro de Suape.
O Hospital D. Helder Câmara está em construção.
O sistema de transportes integrará ao sistema de metrô e de transporte de toda a região de Recife.
O Governo de Pernambuco não quer reproduzir Camaçari, na Bahia, onde, ao lado de um complexo petroquímico, houve favelização.
Eduardo Campos criou 5 universidades e um Centro de Pesquisa Nuclear.
Eduardo Campos criou também um Centro Fármaco-Químico.
Uma Cidade Digital já existe nas instalações do antigo porto de Recife, com mais de cem empresas.
Suape vai recuperar a casa grande do engenho Massangana, onde viveu Joaquim Nabuco.
92% dos funcionários do Atlântico Sul são pernambucanos.
A Bunge tem em Suape o maior moinho da América do Sul.
Suape tem a ambição de ser um centro produtor de plataformas e sondas para atender à demanda do Pré-Sal.
Suape permitirá que um navio chegue em 7 dias ao porto de Nova York, e, em 9 dias, a Roterdã.
Num raio de 800 km, Suape atinge 7 capitais do Nordeste, que representam 90% do PIB nordestino.
O governador Eduardo Campos criou doze escolas técnicas em doze micro-regiões de Pernambuco.
Uma delas fica em Suape, que já qualificou 3.800 jovens.
Tem um SENAI dentro de Suape.
O Hospital D. Helder Câmara está em construção.
O sistema de transportes integrará ao sistema de metrô e de transporte de toda a região de Recife.
O Governo de Pernambuco não quer reproduzir Camaçari, na Bahia, onde, ao lado de um complexo petroquímico, houve favelização.
Eduardo Campos criou 5 universidades e um Centro de Pesquisa Nuclear.
Eduardo Campos criou também um Centro Fármaco-Químico.
Uma Cidade Digital já existe nas instalações do antigo porto de Recife, com mais de cem empresas.
Suape vai recuperar a casa grande do engenho Massangana, onde viveu Joaquim Nabuco.Em 2009, o PIB de Pernambuco cresceu 3,8%, enquanto o do Brasil caiu 0,2%.
Pernambuco, sob Eduardo Campos, cresceu muito acima da média brasileira.
É uma China dentro do Brasil.
É a nova locomotiva do Brasil.
http://www.conversaafiada.com.br
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